2011-04-22

Domingo de Ramos, 17 de Abril na Igreja Batista da Ribeira Grande

Nesta manhã de Domingo, depois da Escola Bíblica Dominical, dedicamos a nossa reflexão ao momento em que Jesus entrou na cidade de Jerusalém e, tendo por base os gritos de "Hossana", meditamos no significado dos que proferiram esse clamor e no modo como nos podemos identificar com eles. Foi mais ou menos assim:
Toda a gente gosta de procissões ou desfiles. Atraem multidões. Ao entrar em Jerusalém, Jesus atrai multidões e ramos de palmeira são agitados e gritos de Hossana – salva agora, enchem os caminhos por onde passa Jesus.
Mas na multidão, há gente com diferentes convicções e visões em relação ao que estava a acontecer. Estavam ali...

1.       Os Observadores Casuais
           a.       Uma pergunta é colocada: Lamentações 1:12
                     
i.     Na multidão havia observadores casuais. Em Jerusalém para a Páscoa
                                ii.    Podiam ou não ter ouvido falar de Cristo, mas não sabiam o que se passava e nem se importavam
                                iii.   Não se queriam envolver, contentavam-se em assistir ao desfile
b.      Jesus disse: Lucas 11:23
                                i.     Não se pode ser neutral ou ignorá-lo
                                ii.    Temos de o aceitar por aquilo que ele disse ser ou rejeitá-lo como mentiroso ou lunático
c.    O Evangelho exige uma resposta. Não se pode ser neutro face ao Senhorio de Jesus
                               i.    Neutralidade é rejeição
                               ii.   É pormo-nos em seu lugar como donos das nossas vidas
d.    Cristianismo não praticante é contradição de termos
                              i.     Tem aparência de santidade mas coloca outros valores à frente do Amor. Segue Jesus à distância
e.      Muitos acham que todos os caminhos levam a Roma. Mas, lemos em Hebreus 2:3

2.       O Críticos Profissionais
a.   Em todo o lugar onde foi Jesus, em tudo o que Ele fez - os críticos estiveram lá para “o bota abaixo”: Lucas 6:7; João 15:24-25
b.   Para cada acção, há um criticismo igual: Mateus 13:14-15; Mateus 23:13-15

Definição de antagonistas: “Alguém que, com base em evidências não substantivas, deixa tudo para fazer exigências insaciáveis, atacando geralmente as pessoas ou acções de outros; os ataques que promove são egoístas, destroem mais do que edificam e, na Igreja, são geralmente lançados sobre a liderança.” Antagonistas na Igreja, por K. Haugk

3.       Os Pecadores Conscientes
a.   Como disse o profeta Isaías: Isaías 6:5
b.   A simples presença de Jesus mostra ao pecador o seu pecado. A Luz do Mundo, expõe o pecado do mundo
                            i.      A visão da Santidade de Deus dá uma mais profunda visão do nosso pecado: João 15:22; João 8:3-9
c.   O ministério de Jesus trouxe convicção (João 8:9) e não condenação: João 8:11
4.       Os Crentes Comprometidos
a.   Na multidão, estavam também os que se comprometeram com Jesus
                            i.      Pesquisaram nas Escrituras e creram que ele era quem disse ser e comprometeram-se totalmente com ele
                            ii.      Um punhado de crentes recebeu Jesus como Rei dos reis e Senhor dos senhores: João 1:12
                            iii.      Alguns vacilaram quando o que Jesus fez não se enquadrou no que pensavam. No entanto, outros persistiram até ao fim
b.    Desses, Paulo fala: Romanos 12:1
c.    Compromisso é o que transforma uma promessa em realidade
                             i.      São as palavras que definem a nossa intenção
                             ii.      E as acções que falam mais do que mil palavras
                             iii.      É o fazer tempo quando não há tempo
                             iv.      É o poder de mudar a face as coisas
    Onde estamos nós quando Jesus entra na nossa Jerusalém?

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